AVC - Um problema mundial que tem prevenção e tratamento
25/10/2006 - 13:56
Camila Ranzi
O dia 26 de outubro foi oficialmente declarado o “Dia Mundial do Acidente Vascular Cerebral”. A cerimônia de declaração será durante o Congresso Mundial de AVC, que acontece de 26 a 29 de outubro, na África do Sul, e tem como proposta discutir o crescimento epidêmico do AVC no mundo. Na oportunidade, uma mensagem unificada das organizações de saúde mundiais será apresentada com o objetivo de instituir a data. Do Brasil, estarão participando do evento o coordenador do setor de neurologia vascular da disciplina da Unifesp, dr. Ayrton Massaro, e o presidente da Academia Brasileira de Neurologia, dr. Sérgio Roberto Haussen.
“No mundo todo o AVC é classificado como a segunda causa de morte dentro das doenças do coração isquêmicas e é a primeira causa de incapacidade séria”, disse Dr. Vladimir Hachinski, presidente do Comitê que determinou o Dia Mundial do AVC.
“O AVC não escolhe idade, etnia, sexo ou país”, diz Hachinski. “Envelhecimento, inatividade, fumo e alimentação rica em gordura contribuem para o aumento do problema no mundo todo.”
Dr Hachinski, que também é editor chefe de AVC do Journal of the American Heart Association, apresentará pessoalmente a determinação da data em uma cerimônia especial para comemorar o Dia Mundial do AVC no Congresso, em Cape Town.
Os organizadores do Congresso enfatizaram que o AVC pode ser controlado com sucesso por um time multidisciplinar utilizando sua experiência para formar unidades de AVC e construir um sistema de cuidados da doença, a partir dos quais é possível enfrentar as necessidades de todos que tratam do impacto da enfermidade.
A prevenção depende do aumento da conscientização pública sobre as causas e sintomas do AVC. Os sintomas são:
Dormência repentina ou fraqueza na face, braços ou pernas, especialmente em um lado do corpo.
Confusão repentina, dificuldades em falar ou entender.
Dificuldade repentina em enxergar por um ou os dois olhos.
Dificuldade repentina em andar, tontura, perda de equilíbrio ou coordenação.
Dor de cabeça severa e repentina sem nenhuma causa conhecida.
“Se nada for feito, o número previsto de pessoas que terão um AVC dobrará nos próximas 15 a 20 anos, mas se o que já é conhecido fosse aplicado, metade dos AVCs poderia ser prevenido”, alerta o Dr. Hachinski.
“Enquanto o Dia do AVC dedica apenas uma data para a conscientização para o problema numa vez no ano, a luta contra o AVC é um esforço diário que deve ser vencido”, conclui o médico.
O AVC TEM TRATAMENTO
O tratamento trombolítico com o rtPA (alteplase) pode restaurar o fluxo sanguíneo cerebral e impedir ou limitar a lesão cerebral causada pelo AVC. O rtPA dissolve o coágulo que está obstruindo a circulação, melhorarando o prognóstico dos pacientes na fase aguda. Se o suprimento de sangue do cérebro for restaurado rapidamente após o início dos sintomas pode-se evitar seqüelas definitivas. A janela de tempo entre o início dos sintomas e o início do tratamento não deve exceder três horas. Tempo perdido é cérebro perdido.
A utilização do rtPA deve ser feita em centros hospitalares preparados para receber pacientes com AVC, capacitados para um rápido diagnóstico clínico, adequado uso de técnicas de imagem capaz de demonstrar a área cerebral em risco e áreas já comprometidas e finalmente julgar a possibilidade do uso do medicamento de forma segura aumentando as chances de plena recuperação. Boehringer Ingelheim.
Informações para a imprensa
Ketchum Estratégia
Claudia Moreira
Tel.: (11) 5096.4334 – ramal 231 / 9666.3972
claudia.moreira@estrategianet.com
“No mundo todo o AVC é classificado como a segunda causa de morte dentro das doenças do coração isquêmicas e é a primeira causa de incapacidade séria”, disse Dr. Vladimir Hachinski, presidente do Comitê que determinou o Dia Mundial do AVC.
“O AVC não escolhe idade, etnia, sexo ou país”, diz Hachinski. “Envelhecimento, inatividade, fumo e alimentação rica em gordura contribuem para o aumento do problema no mundo todo.”
Dr Hachinski, que também é editor chefe de AVC do Journal of the American Heart Association, apresentará pessoalmente a determinação da data em uma cerimônia especial para comemorar o Dia Mundial do AVC no Congresso, em Cape Town.
Os organizadores do Congresso enfatizaram que o AVC pode ser controlado com sucesso por um time multidisciplinar utilizando sua experiência para formar unidades de AVC e construir um sistema de cuidados da doença, a partir dos quais é possível enfrentar as necessidades de todos que tratam do impacto da enfermidade.
A prevenção depende do aumento da conscientização pública sobre as causas e sintomas do AVC. Os sintomas são:
Dormência repentina ou fraqueza na face, braços ou pernas, especialmente em um lado do corpo.
Confusão repentina, dificuldades em falar ou entender.
Dificuldade repentina em enxergar por um ou os dois olhos.
Dificuldade repentina em andar, tontura, perda de equilíbrio ou coordenação.
Dor de cabeça severa e repentina sem nenhuma causa conhecida.
“Se nada for feito, o número previsto de pessoas que terão um AVC dobrará nos próximas 15 a 20 anos, mas se o que já é conhecido fosse aplicado, metade dos AVCs poderia ser prevenido”, alerta o Dr. Hachinski.
“Enquanto o Dia do AVC dedica apenas uma data para a conscientização para o problema numa vez no ano, a luta contra o AVC é um esforço diário que deve ser vencido”, conclui o médico.
O AVC TEM TRATAMENTO
O tratamento trombolítico com o rtPA (alteplase) pode restaurar o fluxo sanguíneo cerebral e impedir ou limitar a lesão cerebral causada pelo AVC. O rtPA dissolve o coágulo que está obstruindo a circulação, melhorarando o prognóstico dos pacientes na fase aguda. Se o suprimento de sangue do cérebro for restaurado rapidamente após o início dos sintomas pode-se evitar seqüelas definitivas. A janela de tempo entre o início dos sintomas e o início do tratamento não deve exceder três horas. Tempo perdido é cérebro perdido.
A utilização do rtPA deve ser feita em centros hospitalares preparados para receber pacientes com AVC, capacitados para um rápido diagnóstico clínico, adequado uso de técnicas de imagem capaz de demonstrar a área cerebral em risco e áreas já comprometidas e finalmente julgar a possibilidade do uso do medicamento de forma segura aumentando as chances de plena recuperação. Boehringer Ingelheim.
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